Documento final "do Espírito Santo" aceita "orientação [homo]sexual" e pede um índice de websites proibidos
O parágrafo 150, sobre homossexualidade, foi bastante controverso. Ele recebeu apenas dois votos além do necessário, obtendo uma pontuação de 65 votos "não". O parágrafo parece deliberadamente insípido, a fim de permitir interpretações imorais.
Ele encoraja caminhos de acompanhamento a todo homossexual, de modo a ajudar os homossexuais a "integrarem a dimensão sexual", a crescer na "qualidade de relacionamentos" e a caminhar em direção ao "dom de si próprio". Esse texto é tão opaco, que o mesmo poderia ser aplicado a abusadores de crianças.
§150 condena [qualquer] "discriminação com base sexual", contradizendo o catecismo da Igreja católica, que se opõe a toda a discriminação "injusta" de homossexuais [ou qualquer outro pecador mortal].
O documento chama de "redutivo" definir a identidade de pessoas "a partir apenas da orientação sexual" aceitando, consequentemente, o termo de propaganda gay "orientação sexual" [embora sexualidade não seja "orientada", mas sim ordenada/natural ou desordenada/não-natural/perversa].
Outros problemas
O documento pede, ainda, pela inclusão de mulheres na liderança eclesiástica, como um "dever de justiça".
Fora de contexto, ele quer que a “sinodalidade” vire uma parte "constitutiva" da Igreja.
O documento também pede um "sistema de certificação para websites católicos" para combater o que ele chama de "notícias falsas [incovenientes]".
A internet agora ri de Bergoglio por tentar reintroduzir um "índice de livros proibidos" e pedir por páginas web administradas por um Ministro vaticano da Verdade, que é pró-gay.
Fotografia: © Mazur/catholicnews.org.uk, CC BY-NC-SA, #newsIrzbqwhvqj