Funeral ou canonização? "Querido Francisco, reze por nós" - Cardeal Re
Estiveram presentes mais de 130 delegações estrangeiras. O encontro entre o Presidente norte-americano Trump e o Presidente ucraniano Zelensky (vestido de preto, mas não de fato, em vez da sua habitual camuflagem verde) pareceu uma confissão na basílica de São Pedro. Entre a multidão estava o fundador do WikiLeaks, Julian Assange.
No sermão em italiano, o Cardeal Re fez um elogio de 1500 palavras em que falou positivamente do pontificado - algo que Francisco tinha negado ao seu antecessor.
"Escolheu o caminho da doação até ao seu último dia", seguindo o Bom Pastor que "amou as suas ovelhas ao ponto de dar a vida por elas", vivendo as palavras: "É mais abençoado dar do que receber", afirmou Re.
Assumiu que Francisco está entre os bem-aventurados: "Caro Francisco, pedimos-lhe agora que reze por nós. Que abençoe a Igreja, abençoe Roma e abençoe o mundo inteiro a partir do céu, como fez no domingo passado a partir da varanda desta basílica".
A homilia foi seguida de aplausos. As intercessões foram lidas em várias línguas, incluindo inglês, espanhol, francês, árabe, português, alemão, chinês (mandarim) e polaco.
Enquanto que durante o funeral de João Paulo II (4 milhões de pessoas deslocaram-se a Roma) toda a gente gritou "Santo subito", canonizar imediatamente, hoje ninguém usou estas palavras.
Que contraste com a comunicação moderna através das redes sociais: O jornal do Vaticano "L'Osservatore Romano" distribuiu a sua edição de segunda-feira de Páscoa com a notícia da morte de Francisco.
Tradução de IA