O bispo Fernando Rifan permanecerá no cargo até 2027
Monsenhor Rifan recordou os seus encontros com Leão XIV no outono.
A 15 de novembro de 2025, foi recebido em audiência privada por Leão XIV, a quem apresentou a sua demissão e a situação da Administração Apostólica.
Leão XIV pergunta-lhe se D. Rifan também celebra o Novus Ordo. "Disse-lhe que, nas nossas igrejas, celebramos o rito antigo, mas que, quando sou convidado, concelebro com o nosso bispo diocesano, D. Roberto Paz, usando o rito atual, e que, do mesmo modo, quando eu ou os nossos sacerdotes, quando convidados, celebramos a Missa nas igrejas das dioceses, celebramos a Missa na forma atual.
Dom Rifan sobre a reação de Leão XIV: "Ele mostrou-se satisfeito".
A 17 de novembro, Monsenhor Rifan foi recebido no Dicastério Episcopal. Aí, confirmou que a sua Administração Apostólica também canta hinos de uso corrente nas igrejas do Brasil, o que foi recebido com "satisfação".
O bispo acredita que a continuidade da Administração Apostólica de Rito Antigo é uma questão resolvida. "Isso nem sequer é posto em causa", disseram-lhe no Dicastério.
No dia 19 de novembro, D. Rifan esteve presente na Audiência Geral. Leão XIV diz-lhe que o seu mandato será prolongado, para melhor ponderar e preparar uma suposta futura sucessão.
A 25 de novembro, D. Rifan dirige-se de novo ao Dicastério Episcopal, onde lhe é comunicado que o seu governo será prolongado por um ano e oito meses, até à festa dos Santos Pedro e Paulo de 2027.
A data exacta foi dada mais tarde, a 3 de dezembro, numa carta da Nunciatura Apostólica. Segundo essa carta, Leão XIV aceitou a demissão, mas pediu a D. Rifan que permanecesse à frente da Administração Apostólica por mais dezoito meses a partir da data do seu 75º aniversário, ou seja, até abril de 2027.
Tradução de IA