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Influenciador efeminado deixa o sacerdócio

A Arquidiocese de Milão confirmou que Alberto Ravagnani, de 32 anos, deixou o ministério sacerdotal ativo, noticia IlMessaggero.it a 1 de fevereiro.

O seu perfil nas redes sociais mostra-o como um indivíduo egocêntrico que se assemelha mais à cultura dos clubes noturnos do que à vida de um padre.

Numa nota assinada pelo vigário geral, Franco Agnesi, a arquidiocese afirma que Ravagnani - que nunca deveria ter sido ordenado - já não é vigário paroquial nem colaborador da pastoral juvenil diocesana.

Com mais de meio milhão de seguidores no Instagram e no YouTube, Ravagnani desenvolveu uma abordagem pastoral centrada em carretéis, ganchos narrativos e um tom informal e direto.

O momento é digno de nota. Ravagnani anunciou a sua decisão de abandonar o sacerdócio enquanto promovia o seu novo livro, La Scelta (A Escolha). Nele, conta o seu percurso desde a vida no seminário até uma ideia "não convencional" do sacerdócio. Isto inclui o abandono do vestuário clerical e a utilização dos meios digitais para se auto-retratar.

A sua presença online já tinha sido rodeada de controvérsia nos últimos meses, particularmente depois de ter publicado conteúdos patrocinados para uma marca de suplementos alimentares, que foi amplamente considerada pelos católicos como incompatível com o ministério sacerdotal.

O Arcebispo de Milão é Monsenhor Mario Delpini.

Tradução de IA
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